Avaliuação

 

Avaliação Global de Biologia – 3º Ano “B”
1. Charles Darwin estruturou a sua teoria da evolução baseado na idéia de que, na competição pela vida, sobreviveriam os mais aptos.Esse processo chama-se:

a) Deriva genética.
b) Seleção natural.
c) Migração diferencial.
d) Mutações.
2.  A teoria sobre a evolução dos seres vivos desenvolvida por Darwin apoia-se em dois fenômenos básicos, que são:

a) luta pela sobrevivência e homotermia.
b) luta pela sobrevivência e seleção natural.
c) convergência adaptativa e seleção natural.
d) irradiação adaptativa e heterotermia.


3. Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1 - Lamarckismo
2 - Darwinismo
( ) A falta de função do 3º molar (ciso) nos seres humanas, decorrente dos seus hábitos alimentares, tem induzido seu desaparecimento.
( ) Para que mamíferos cetáceos se adaptassem à natação, suas patas foram aos poucos se transformando em nadadeiras.
( ) O uso constante de antibióticos em hospitais tem contribuído para a seleção de um número crescente de bactérias resistentes a eles.
( ) Para se proteger de predadores, o bicho-pau desenvolveu forma e cor semelhante à de galhos secos.
Marque a alternativa que atribui a cada afirmação a respectiva ideia ou teoria evolutiva.
a) 1, 2, 1, 2
b) 1, 1, 2, 1
c) 1, 2, 1, 1
d) 2, 2, 1, 2
e) 1, 1, 2, 2
4.  (UFLA) - Um agricultor utilizou um mesmo inseticida durante longo tempo em sua lavoura para eliminar uma praga. Após todo esse tempo, ele verificou que a população da praga tornou-se resistente ao inseticida. O fenômeno evolutivo que ocorreu na população da praga foi:
a) Mutação.
b) Aberração cromossômica numérica.
c) Isolamento reprodutivo.
d) Seleção natural.
e) Formação de nova espécie.

5. (UFES) - Os pesquisadores Robert Simmons e Lue Scheepers questionaram a visão tradicional de como a girafa desenvolveu um pescoço comprido. Observações feitas na África demonstraram que as girafas, que atingem alturas de 4 a 5 metros, geralmente se alimentam de folhas a 3 metros do solo. O pescoço comprido é usado como uma arma nos combates corpo a corpo pelos machos na disputa por fêmeas. As fêmeas também preferem acasalar com machos de pescoço grande. Esses pesquisadores argumentam que o pescoço da girafa ficou grande devido à seleção sexual: machos com pescoços mais compridos deixavam mais descendentes do que machos com pescoços mais curtos. (Simmons and Scheepers, 1996. "American Naturalist" Vol. 148: pp. 771-786. Adaptado)

Sobre a visão tradicional de como a girafa desenvolve um pescoço comprido, é CORRETO afirmar que
a) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido pela lei de uso e desuso. As girafas que esticam seus pescoços geram uma prole que já nasce de pescoço mais comprido, e, cumulativamente, através das gerações, o pescoço, em média, aumenta de tamanho.
b) na visão tradicional baseada em Lamarck, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
c) na visão tradicional baseada em Lamarck, a girafa adquire o pescoço comprido pela lei de uso e desuso. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
d) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
e) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. As girafas que esticam seus pescoços geram uma prole que já nasce de pescoço mais comprido, e, cumulativamente, através das gerações, o pescoço, em média, aumenta de tamanho.

6. Os princípios a seguir relacionados referem-se à teoria da evolução das espécies.

I. Adaptação ao meio.
II . Seleção natural.
III. Mutação.
IV. Lei do uso e desuso.
V. Herança dos caracteres adquiridos

Lamarck, em sua teoria, considerou

a) I, II e III.
b) II, III e IV.
c) I, IV e V.
d) II, IV e V.
e) II, III e V.

7. Qual a condição inicial básica para que ocorra a especiação?
a) Isolamento reprodutivo
b) Isolamento geográfico
c) Seleção natural
d) Esterilidade dos descendentes

8. Para explicar as origens das variações entre os seres vivos, surgiu o conceito de mutação, que foi usado por
a) apenas Lamarck.
b) apenas Darwin.
c) Neodarwinistas.
d) Lamarck e Darwin.


9. (PUC/Campinas-SP) Considere a seguinte afirmativa:
"Entende-se por ____________ a maior sobrevivência dos indivíduos
mais bem adaptados a um determinado ambiente que estão em
competição com outros menos adaptados".
Para completá-la corretamente, a lacuna deve ser preenchida por:

a) mutação.
b) migração.
c) variabilidade.
d) seleção natural.


10. A teoria evolucionista, proposta por Darwin, foi enriquecida a partir de novos conhecimentos científicos, dando origem à Teoria Sintética da Evolução. Segundo essa teoria, os principais
fatores evolucionistas são:

a) seleção natural, divisão celular e lei do uso e do desuso.
b) mutação genética, recombinação genética e seleção natural.
c) respiração celular divisão mitótica e recombinação gênica.
d) seleção artificial, divisão mitótica e crossing over.

 

 
 

Avaliação

Escola de Ensino Médio Francisco Holanda Montenegro
Avaliação Global de Biologia 1º Ano “C”


1. (UFPR) Qual a finalidade da meiose?
a) Modificar a estrutura do complexo de Golgi celular.
b) Reduzir à metade o número de cromossomos da célula.
c) Transformar as células somáticas em células diplóides.
d) Provocar a modificação dos centríolos celulares.

2. Os gêmeos univitelinos originam-se:
 
a) de um óvulo fecundado por 2 ou mais espermatozóides;
b) de um óvulo fecundado por 1 espermatozóide e o ovo resultante desencadeia posteriormente 2 embriões;
c) da fecundação de um óvulo onde ocorrem duas cariogamias;
d) sempre e exclusivamente da polispermia.
3. Uma senhora deu a luz a gêmeos: um menino e uma menina. Com essa única informação podemos afirmar com certeza somente que seus filhos são:
a) univitelinos e compartilhavam a mesma placenta
b) gêmeos idênticos e plurivitelinos
c) originários de dois óvulos, cada um fecundado por um espermatozóide
d) originários de um óvulo que foi fecundado por dois espermatozóides

4. (UNICAMP) As figuras A e B representam o útero de duas mulheres grávidas de gêmeos.

A                                     B

a) Diferencie os tipos de gêmeos representados nas figuras da esquerda com a da direita. Explique como esses gêmeos são originados.
b) Que sexo os fetos podem apresentar em cada um dos úteros?

5. Explique como ocorre a fecundação.


6. As células sexuais passam pelo processo de divisão chamado de  ____________. E formam ___ cromossomos. Marque a opção que completa corretamente
a) mitose, 46
b) mitose, 23
c) meiose, 46
d) meiose, 23

7. Sempre que uma célula vai se dividir, antes ela tem de duplicar seus DNA. Isso acontece durante uma fase de vida chamada:
a) interfase
b) prófase
c)metafase
d) mitose

8. Responda:

a) célula reprodutora masculina

b)  termo usado para designar células reprodutoras

c) órgãos masculinos formadores de células reprodutoras

d) órgãos femininos formadfores de células reprodutoras

 
 

Avaliação

Escola de Ensino Médio Francisco Holanda Montenegro
Avaliação Global de Biologia 2° Ano "B"

1. O aparelho floral de proteção, constituído por peças geralmente coloridas, denomina-se:
a) cálice
b) androceu
c) corola
d) gineceu

2. Uma flor completa é constituída de :
a) pendúnculo, receptáculo, cálice, e corola.
b) pendúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.
c) pendúnculo, receptáculo, cálice, corola e androceu.
d) receptáculo, cálice, corola e androceu.

3. Os frutos podem ser classificados basicamente em dois tipos: carnosos e secos. Qual alternativa apresenta apenas frutos carnosos?
a) laranja, melancia, soja.
b) uva, pêssego, tomate.
c) caju, milho, feijão.
d) mamão, ervilha, abacate.

4. Pseudofrutos, são estruturas carnosas que se desenvolvem a partir de outra parte da flor. Marque a opção que contém exemplos de pseudofrutos.
a) maça, pêra, caju
b) maça, uva, mamão
c) maça, laranja, caju
d) maça, pêra, uva

5. Sobre as características gerais das dicotiledôneas é correto afirmar que:
a) a folha é do tipo reticulada, a raiz é pivotante e a flor é dímera.
b) a folha é do tipo reticulada, a raiz é fasciculada e a flor é trímera.
c) a folha é do tipo paralelinérvia, a raiz é fasciculada e a flor é trímera.
d) a folha é do tipo paralelinérvia, a raiz é pivotante e a flor é dímera.

6. As minhocas são animais da classe Oligoqueta, ordem Haplotaxida, distribuídas pelos solos úmidos de todo o mundo, algumas de apenas centímetros e outras com um a dois metros de comprimento. A qual filo pertence a minhoca?
a) filo platelmintos
b) filo mollusca
c) filo annelida
d) filo artropoda

7. O tubarão, do filo Chordata, faz parte do grupo Eucordados pois:
a) apresenta coluna vertebral mas não apresenta caixa craniana.
b) apresenta caixa craniana mas não apresenta coluna vertebral.
c) não apresenta coluna vertebral nem caixa craniana.
d) apresenta coluna vertebral e caixa craniana.

8. Aranhas, caranguejos e baratas são exemplos de animais que fazem parte do filo dos:
a) platelmintos
b) artrópodes
c) annelida
d) mollusca
9. São exemplos de animais que fazem parte do filo dos platelmintos:
a) tênia, esponjas
b) tênia, esquistossomos
c) moscas, lacraias
d) moscas, siris

10. Os polvos são _______________ da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca.Qual alternativa completa corretamente?
a) artrópodes
b) moluscos
c) esponjas
d) anelídeos

Boa Prova!!
Hérica Nadia

Criacionismo Clássico

Criacionismo: Teoria que explica a origem dos seres vivos por criação. Ela é contrária a chamada evolução espontânea (evolucionismo).

Criação: é o nome que se dá à formação do universo e dos seres vivos. A necessidade de buscar explicações para sua própria origem levou ao surgimento de teorias que deram origem a algumas religiões.

Num segundo momento, de racionalização do pensamento criacionista, formularam-se conceitos e propostas de sentido mais filosófico do que religioso. Nesse plano, as respostas podem reduzir-se a três possibilidades: a auto-suficiência da matéria eterna, a emanação a partir da substância divina, e a criação.

O Gênesis: O primeiro livro do Antigo Testamento, descreve a origem do mundo e do homem com linguagem e imagens semelhantes às dos relatos mesopotâmicos. O primeiro capítulo diz: "No princípio, Deus criou o céu e a terra. Ora, a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, um vento de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: 'Haja luz' e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e Deus separou a luz e as trevas. Deus chamou à luz 'dia' e às trevas 'noite'. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. (...) Deus disse: 'Fervilhem as águas um fervilhar de seres vivos e que as aves voem acima da terra, diante do firmamento do céu' e assim se fez. (...) Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou."

Os mitos: são soluções imaginativas que alguns povos elaboram para justificar sua existência, sua história e os fenômenos da natureza. Algumas explicações, no entanto, encontram ressonância em homens das mais diversas culturas.

No Brasil, a cosmogonia dos índios se reporta a um criador do céu, da Terra e dos animais (o Monã dos tupinambás) e a um criador do mar, Amã Atupane, talvez Tupã, entidade mítica que os jesuítas consideraram a expressão mais adequada da idéia de Deus surgida nos domínios da catequese.

Os estudiosos do século XIX pensavam que o tema da criação por um ser supremo era inerente a um estágio cultural avançado. Pesquisas posteriores, no entanto, observaram essa crença entre povos primitivos da África, ilhas do norte do Japão, América, Austrália central e em muitas outras partes do mundo.

A natureza desse ser supremo, que freqüentemente é acompanhado de algum outro, hierarquicamente inferior, difere de cultura para cultura. A criação se realiza mediante seu pensamento, sua palavra - como na Bíblia e no Popol Vuh - e, às vezes, com certo sentido de emanação. Todos esses relatos, porém, possuem algumas características comuns.

Pensamento filosófico e religioso

O judaísmo enfatiza em seu dogma a afirmação de que Deus criou o mundo, o que constitui um princípio de fé e uma base ética da religião judaica. Fílon defendia a idéia bíblica da criação a partir do nada, enquanto os rabinos do Talmude defendiam idéias gnósticas sobre a criação.

Os reformadores protestantes, desde os primórdios da Reforma, procuraram chamar a atenção não para a criação, mas para um Criador, cujo ser não se identifica com nenhuma das coisas criadas e se acha acima do mundo, independente dele. Não se trata, portanto, de saber se Deus criou do nada, mas de afirmar pela fé a existência do Criador.

Um dos grandes problemas suscitados pelo conceito de criação é o da existência do mal num mundo criado por Deus. Os mitos já se propunham a questão e, para explicá-la, lançavam mão do dualismo e do antagonismo. O pensamento cristão entende o mal como privação do bem, como limitação do ser finito.

Os filósofos e os teólogos ficaram com a responsabilidade de tentar explicar outras questões, tais como a liberdade de Deus no ato da criação, sua contínua ação preservadora, que, entretanto, não invalida a ação humana, e o objetivo de Deus ao criar. Pode-se dizer, portanto, que o conceito de criação, como uma das possíveis explicações da origem do mundo, constitui um ponto central de referência na história do pensamento.

Evolucionismo e teoria da evolução


A teoria da evolução, também chamada evolucionismo, afirma que as espécies animais e vegetais, existentes na Terra, não são imutáveis.

Alguns pesquisadores afirmam que as espécies sofrem, ao longo das gerações, uma modificação gradual que inclui a formação de novas raças e de novas espécies. Depois da sua divulgação, tal teoria se transformou em fonte de controvérsia, não somente no campo científico, como também na área ideológica e religiosa em todo o mundo.

Até o século XVIII, o mundo ocidental aceitava com muita naturalidade a doutrina do criacionismo. De acordo com essa doutrina, cada espécie animal ou vegetal teria sido criado independentemente por ato divino.

O pesquisador francês Jean-Baptiste Lamarck foi um dos primeiros a negar esse postulado e a propor um mecanismo pelo qual a evolução se teria verificado. A partir da observação de que fatores ambientais podem modificar certas características dos indivíduos, Lamarck imaginou que tais modificações se transmitissem à prole: os filhos das pessoas que normalmente tomam muito sol já nasceriam mais morenos do que os filhos dos que não tomam sol.

A necessidade de respirar na atmosfera teria feito aparecer pulmões nos peixes que começaram a passar pequenos períodos fora d'água, o que teria permitido a seus descendentes viver em terra mais tempo, fortalecendo os pulmões pelo exercício; as brânquias, cada vez menos utilizadas pelos peixes pulmonados, terminaram por desaparecer.

Assim, o mecanismo de formação de uma nova espécie seria, em linhas gerais, o seguinte: alguns indivíduos de uma espécie ancestral passavam a viver num ambiente diferente; o novo ambiente criava necessidades que antes não existiam, as quais o organismo satisfazia desenvolvendo novas características hereditárias; os portadores dessas características passavam a formar uma nova espécie, diferente da primeira.

A doutrina de Lamarck foi publicada em Philosophie zoologique (1809; Filosofia zoológica), e teve, como principal mérito, suscitar debates e pesquisas num campo que, até então, era domínio exclusivo da filosofia e da religião. Estudos posteriores demonstraram que, apenas o primeiro postulado do lamarckismo, estava correto; de fato, o ambiente provoca no indivíduo modificações adaptativas; mas os caracteres assim adquiridos não se transmitem à prole.

Em 1859, Charles Darwin publicou The Origin of Species (A origem das espécies), livro de grande impacto no meio científico que pôs em evidência o papel da seleção natural no mecanismo da evolução. Darwin partiu da observação segundo a qual, dentro de uma espécie, os indivíduos diferem uns dos outros. Há, portanto, na luta pela existência, uma competição entre indivíduos de capacidades diversas. Os mais bem adaptados são os que deixam maior número de descendentes.

O darwinismo estava fundamentalmente correto, mas teve de ser complementado e, em alguns aspectos, corrigido pelos evolucionistas do século XX para que se transformasse na sólida doutrina evolucionista de hoje. As idéias de Darwin e seus contemporâneos sobre a origem das diferenças individuais eram confusas ou erradas. Predominava o conceito lamarckista de que o ambiente faz surgir nos indivíduos novos caracteres adaptativos, que se tornam hereditários.

Um dos primeiros a abordar experimentalmente a questão foi o biólogo alemão August Weismann, ainda no século XIX. Tendo cortado, por várias gerações, os rabos de camundongos que usava como reprodutores, mostrou que nem por isso os descendentes passavam a nascer com rabos menores. Weismann estabeleceu também a distinção fundamental entre células germinais e células somáticas.

Origem das raças: As mutações, as recombinações gênicas, a seleção natural, as diferenças de ambiente, os movimentos migratórios e o isolamento, tanto geográfico como reprodutivo, concorrem para alterar a freqüência dos genes nas populações de animais e são, assim, os principais fatores da evolução.

Duas raças geograficamente isoladas evoluem independentemente e se diversificam cada vez mais, até que as diferenças nos órgãos reprodutores, ou nos instintos sexuais, ou no número de cromossomos, sejam grandes a ponto de tornar o cruzamento entre elas impossível ou, quando possível, produtor de prole estéril. Com isso, as duas raças transformam-se em espécies distintas, isto é, populações incapazes de trocar genes. Daí por diante, mesmo que as barreiras venham a desaparecer e as espécies passem a compartilhar o mesmo território, não haverá entre elas cruzamentos viáveis. As duas espécies formarão, para sempre, unidades biológicas estanques, de destinos evolutivos diferentes.

Se, entretanto, o isolamento geográfico entre duas raças é precário e desaparece depois de algum tempo, o cruzamento entre elas tende a obliterar a diferenciação racial e elas se fundem numa mesma espécie, monotípica, porém muito variável. É o que está acontecendo com a espécie humana, cujas raças se diferenciaram enquanto as barreiras naturais eram muito difíceis de vencer e quase chegaram ao ponto de formar espécies distintas; mas os meios de transporte, introduzidos pela civilização, aperfeiçoaram-se antes que se estabelecessem mecanismos de isolamento reprodutivo que tornassem o processo irreversível. Os cruzamentos inter-raciais tornaram-se freqüentes e a humanidade está-se amalgamando numa espécie cada vez mais homogênea, mas com grandes variações.

Populações que se intercruzam amplamente apresentam pequenas diferenças genéticas, mas as populações isoladas por longo tempo desenvolvem diferenças consideráveis. Em teoria, raças são populações de uma mesma espécie que diferem quanto à freqüência de genes, mesmo que essas diferenças sejam pequenas. A divisão da humanidade em determinado número de raças é arbitrária; o importante é reconhecer que a espécie humana, como as demais, está dividida em alguns grupos raciais maiores que, por sua vez, se subdividem em raças menos distintas, e a subdivisão continua até se chegar a populações que quase não apresentam diferenças.

As subespécies representam o último estádio evolutivo na diferenciação das raças, antes do estabelecimento dos mecanismos de isolamento reprodutivo. São, portanto, distinguíveis por apresentarem certas características em freqüência bem diferentes. Não se cruzam, por estarem separadas, mas são capazes de produzir híbridos férteis, se colocadas juntas.

Por esse critério, que é o aceito pela biologia moderna, os nativos da África e da selva amazônica, por exemplo, são raças que atingiram plenamente o nível de subespécies. O mesmo pode-se dizer dos italianos e os esquimós etc., mas não há grupos humanos que se tenham diferenciado em espécies distintas, pois espécies são grupos biológicos que não se intercruzam habitualmente na natureza, mesmo quando os indivíduos habitam o mesmo território.

 
 

Fecundação

Fecundação é o nome dado ao evento no qual ocorre a união entre o gameta masculino e o feminino: espermatozoide e ovócito secundário, respectivamente. Ele ocorre geralmente na tuba uterina, e em até trinta e seis horas após a ovulação.

Ovulação é o fenômeno no qual o sistema genital feminino libera o ovócito, anteriormente abrigado em uma estrutura localizada no ovário chamada folículo. Tal evento ocorre graças à ação de hormônios específicos, os estrogênios.

Durante o ato sexual, na ejaculação, o homem libera, juntamente com o esperma, cerca de 350 milhões de espermatozoides. Esses, cuja formação se inicia somente na puberdade, se direcionam da vagina para o útero, e dele para as trompas, buscando atingir o gameta feminino, que exerce forte atração química sobre eles. Durante o percurso, muitos ficam para trás; e somente um, ou um número um pouco maior que esse, consegue atingir o ovócito.

Cerca de nove dias após a ovulação já há como detectar se a mulher está grávida ou não, já que, em caso positivo, a fecundação propicia a produção de gonadotrofina coriônica humana (HCG). Esta glicoproteína é liberada pelo corpo-lúteo, estrutura formada a partir do folículo ovariano, após a liberação do ovócito. Ela impede que o corpo feminino tenha novas menstruações e ovulações.

    

Gêmeos

A gravidez de gêmeos é mais cansativa e exige mais do organismo da mulher. A pressão sobre os músculos, ossos e articulações é maior, e você precisará de um descanso extra.

Os gêmeos normalmente nascem dois ou três meses antes e são menores do que um único bebê.Os gêmeos também se formam de duas maneiras: gêmeos idênticos e gêmeos fraternos.

Gêmeos idênticos

Os gêmeos idênticos são univitelinos. Neste caso só um óvulo é produzido e fecundado,formando um zigoto, mais o zigoto sofre varias divisões celulares, assim se divide em duas ou mais partes, cada uma origina um embrião completo. Quase sempre compartilham a mesma placenta. E são mais raros que os gêmeos fraternos.
Os gêmeos idênticos se assemelham muito entre si, são sempre do mesmo sexo e parecem reflexos um do outro.

Gêmeos Fraternos

Os gêmeos fraternos são bivitelinos. Metade dos gêmeos fraternos são pares formados por meninos e meninas. Eles se originam de dois zigotos diferentes. È quando dois ou mais óvulos maduros são produzidos ao mesmo tempo por um ou pelos dois ovários. Nesse caso, o esperma pode fundir-se com mais de um óvulo, originam se dois embriões, cada qual com sua placenta.
Alem de que sua aparência física e sexo são diferentes, pois são gerados de óvulo e espermatozóide diferente.

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