Avaliação Parcial

1.       Coanócitos são:
a) células características dos espongiários (poríferos);
b) células características dos celenterados;
c) células reprodutivas;
d) formas jovens dos poríferos;
e) o mesmo que cnidoblastos

2.       Invertebrados sésseis, sem órgãos e sem tecidos, com digestão exclusivamente intracelular, são classificados como
a) esponjas.
b) anêmonas-do-mar.
c) lírios-do-mar.
d) cracas.
e) mexilhões.

3.  Quanto à reprodução dos poríferos:

a)     A reprodução pode ser assexuada por brotamento.

b)    A reprodução só acontece por união de gametas.

c)     A reprodução só acontece sexuadamente.

d)    N.D.A

4.       (PUC-RS) Os platelmintos são animais que apresentam o corpo achatado e sua espessura, quase desprezível, proporciona uma grande superfície em relação ao volume, o que lhes traz vantagens. A forma achatada desses animais relaciona-se diretamente com a ausência dos sistemas:

a)     digestivo e excretor

b)      respiratório e circulatório

c)       excretor e circulatório

d)      digestivo e secretor

e)      secretor e nervoso

5.       (Fuvest-SP) Impedir que as larvas penetrem na pele, que os ovos caiam na água e destruir os caramujos são maneiras de controlar a transmissão da:

a)      malária.

b)      doença de Chagas.

c)      esquistossomose.

d)     febre amarela.

e)      Cisticercose

6.       (UFU) A esquistossomose mansônica, também conhecida por "barriga d'água", é uma verminose comum no Brasil, atingindo mais de 10 milhões de pessoas.

a)      A que filo pertence o verme causador desta doença?

b)      Quais são, respectivamente, os hospedeiros definitivo e intermediário do parasita?

c)       Cite dois modos de prevenção da esquistossomose.

7.       Um adolescente foi passar férias no interior do país e recebeu os seguintes conselhos dos seus pais:

a)      Não nadar em lagoas onde houver caramujos;

b)      Não comer carne de porco mal cozida;

Que doença parasitária pode ser evitada com cada uma dessas precauções? Por quê?

8.       Cite duas diferenças entre a Taenia solium e a Taenia saginata.

Boa Prova!!

 
 

Avaliação

Avaliação Parcial de Biologia 3º ano

1. A frequência de um alelo a, em uma população, é de 0,3. Calcule, neste caso, qual será a freqüência de A.

2. Órgãos homólogos são aqueles que têm a mesma origem embrionária. Analise as afirmativas e marque a opção correta.
I - O braço humano e a pata anterior de um cavalo são homólogos.
II - Nadadeiras de golfinho e de peixe são homólogos.
III – A asa de morcego e a asa de aves são homólogos.
a) I e II estão corretas.
b) I e III estão corretas.
c) I, II, III estão corretas
d) Apenas I está correta.

3. Uma população se encontra em equilíbrio quando:
a) Seu estoque gênico vai se modificando ao longo das gerações.
b) As mutações e seleção natural acontecem.
c) Seu estoque gênico permanece inalterado ao longo das gerações.
d) Seu fluxo gênico altera a freqüência dos genes.

4. Sabendo que  a freqüência de um gene recessivo a numa dada população é de 0,2, as freqüências genotípicas de Aa e AA são respectivamente:
a) 0,32 e 0,4
b) 0,4 e 0,32
c) 0,32 e 0,64
d) 0,64 e 0,32

       5. Leia as afirmativas sobre o equilíbrio de Hardy- Weinberg e marque a opção correta.
I – Pode ser aplicado apenas às populações em equilíbrio que abrigarem grande número de indivíduos.
II – Pode ser aplicado apenas às populações em equilíbrio que forem panmíticas.
III – Pode ser aplicado apenas ás populações que não estejam em equilíbrio.
a) I , II e III estão corretas.
b) I , II e III estão incorretas.
c) I e II estão corretas.
d) II e III estão corretas.

6. Os componentes bióticos compreendem todos os seres vivos que vivem numa determinada área. Os componentes bióticos podem ser agrupados em:
a) produtores, consumidores e decompositores.
b) temperatura, água e luz.
c) produtores, água e consumidores.
d) produtores, água e decompositores.

7. Numa _______ encontramos um conjunto de organismos de mesma espécie que ocupam uma determinada região. E o conjunto formado pela comunidade e pelo ambiente formam o _______. Marque a opção que completa corretamente.
a) comunidade e ecossistema
b) comunidade e população
c) população e comunidade
d) população e ecossistema


8. Considerando um campo onde vivem gramíneas, gafanhotos, preás, cobras e gaviões, indique  quem são os produtores, consumidores primários, secundários e terciários.
Boa Prova!!!

 
 

Avaliação Parcial 1º ano

1.       1. A pele se divide em duas camadas. Quais são elas?

2.       2. Qual a função da camada queratinizada que é fina como uma folha de papel?

3.       3. Em qual camada de pele aparecem  os vasos sanguíneos?

4.      4.  As glândulas sebáceas são responsáveis por:

a)      Produzirem a oleosidade da pele e dos pelos.

b)      Produzirem suor.

c)       Produzirem novas células

d)      N.D.A

5.       5. Abaixo da pela existe um tecido que é constituído por células de gordura. Que tecido é esse?

a)      Tecido epitelial

b)      Tecido nervoso

c)       Tecido subcutâneo

d)      Tecido sanguíneo

6.       6. Observe a figura e identifique os números com as seguintes partes da pele:

                  

(  ) epiderme

(   ) derme

(  ) tecido adiposo(subcutâneo)

(  ) camada queratinizada

7.       7. De acordo com os textos estudados sobre som, audição e surdez, faça um resumo contendo as informações que estudamos nesses textos.

Boa Prova!!

 
 

Avaliuação

 

Avaliação Global de Biologia – 3º Ano “B”
1. Charles Darwin estruturou a sua teoria da evolução baseado na idéia de que, na competição pela vida, sobreviveriam os mais aptos.Esse processo chama-se:

a) Deriva genética.
b) Seleção natural.
c) Migração diferencial.
d) Mutações.
2.  A teoria sobre a evolução dos seres vivos desenvolvida por Darwin apoia-se em dois fenômenos básicos, que são:

a) luta pela sobrevivência e homotermia.
b) luta pela sobrevivência e seleção natural.
c) convergência adaptativa e seleção natural.
d) irradiação adaptativa e heterotermia.


3. Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1 - Lamarckismo
2 - Darwinismo
( ) A falta de função do 3º molar (ciso) nos seres humanas, decorrente dos seus hábitos alimentares, tem induzido seu desaparecimento.
( ) Para que mamíferos cetáceos se adaptassem à natação, suas patas foram aos poucos se transformando em nadadeiras.
( ) O uso constante de antibióticos em hospitais tem contribuído para a seleção de um número crescente de bactérias resistentes a eles.
( ) Para se proteger de predadores, o bicho-pau desenvolveu forma e cor semelhante à de galhos secos.
Marque a alternativa que atribui a cada afirmação a respectiva ideia ou teoria evolutiva.
a) 1, 2, 1, 2
b) 1, 1, 2, 1
c) 1, 2, 1, 1
d) 2, 2, 1, 2
e) 1, 1, 2, 2
4.  (UFLA) - Um agricultor utilizou um mesmo inseticida durante longo tempo em sua lavoura para eliminar uma praga. Após todo esse tempo, ele verificou que a população da praga tornou-se resistente ao inseticida. O fenômeno evolutivo que ocorreu na população da praga foi:
a) Mutação.
b) Aberração cromossômica numérica.
c) Isolamento reprodutivo.
d) Seleção natural.
e) Formação de nova espécie.

5. (UFES) - Os pesquisadores Robert Simmons e Lue Scheepers questionaram a visão tradicional de como a girafa desenvolveu um pescoço comprido. Observações feitas na África demonstraram que as girafas, que atingem alturas de 4 a 5 metros, geralmente se alimentam de folhas a 3 metros do solo. O pescoço comprido é usado como uma arma nos combates corpo a corpo pelos machos na disputa por fêmeas. As fêmeas também preferem acasalar com machos de pescoço grande. Esses pesquisadores argumentam que o pescoço da girafa ficou grande devido à seleção sexual: machos com pescoços mais compridos deixavam mais descendentes do que machos com pescoços mais curtos. (Simmons and Scheepers, 1996. "American Naturalist" Vol. 148: pp. 771-786. Adaptado)

Sobre a visão tradicional de como a girafa desenvolve um pescoço comprido, é CORRETO afirmar que
a) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido pela lei de uso e desuso. As girafas que esticam seus pescoços geram uma prole que já nasce de pescoço mais comprido, e, cumulativamente, através das gerações, o pescoço, em média, aumenta de tamanho.
b) na visão tradicional baseada em Lamarck, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
c) na visão tradicional baseada em Lamarck, a girafa adquire o pescoço comprido pela lei de uso e desuso. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
d) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. Aquelas com o pescoço comprido conseguem se alimentar de folhas inacessíveis às outras e deixam, portanto, mais descendentes.
e) na visão tradicional baseada em Darwin, a girafa adquire o pescoço comprido com a sobrevivência diferencial de girafas. As girafas que esticam seus pescoços geram uma prole que já nasce de pescoço mais comprido, e, cumulativamente, através das gerações, o pescoço, em média, aumenta de tamanho.

6. Os princípios a seguir relacionados referem-se à teoria da evolução das espécies.

I. Adaptação ao meio.
II . Seleção natural.
III. Mutação.
IV. Lei do uso e desuso.
V. Herança dos caracteres adquiridos

Lamarck, em sua teoria, considerou

a) I, II e III.
b) II, III e IV.
c) I, IV e V.
d) II, IV e V.
e) II, III e V.

7. Qual a condição inicial básica para que ocorra a especiação?
a) Isolamento reprodutivo
b) Isolamento geográfico
c) Seleção natural
d) Esterilidade dos descendentes

8. Para explicar as origens das variações entre os seres vivos, surgiu o conceito de mutação, que foi usado por
a) apenas Lamarck.
b) apenas Darwin.
c) Neodarwinistas.
d) Lamarck e Darwin.


9. (PUC/Campinas-SP) Considere a seguinte afirmativa:
"Entende-se por ____________ a maior sobrevivência dos indivíduos
mais bem adaptados a um determinado ambiente que estão em
competição com outros menos adaptados".
Para completá-la corretamente, a lacuna deve ser preenchida por:

a) mutação.
b) migração.
c) variabilidade.
d) seleção natural.


10. A teoria evolucionista, proposta por Darwin, foi enriquecida a partir de novos conhecimentos científicos, dando origem à Teoria Sintética da Evolução. Segundo essa teoria, os principais
fatores evolucionistas são:

a) seleção natural, divisão celular e lei do uso e do desuso.
b) mutação genética, recombinação genética e seleção natural.
c) respiração celular divisão mitótica e recombinação gênica.
d) seleção artificial, divisão mitótica e crossing over.

 

 
 

Avaliação

Escola de Ensino Médio Francisco Holanda Montenegro
Avaliação Global de Biologia 1º Ano “C”


1. (UFPR) Qual a finalidade da meiose?
a) Modificar a estrutura do complexo de Golgi celular.
b) Reduzir à metade o número de cromossomos da célula.
c) Transformar as células somáticas em células diplóides.
d) Provocar a modificação dos centríolos celulares.

2. Os gêmeos univitelinos originam-se:
 
a) de um óvulo fecundado por 2 ou mais espermatozóides;
b) de um óvulo fecundado por 1 espermatozóide e o ovo resultante desencadeia posteriormente 2 embriões;
c) da fecundação de um óvulo onde ocorrem duas cariogamias;
d) sempre e exclusivamente da polispermia.
3. Uma senhora deu a luz a gêmeos: um menino e uma menina. Com essa única informação podemos afirmar com certeza somente que seus filhos são:
a) univitelinos e compartilhavam a mesma placenta
b) gêmeos idênticos e plurivitelinos
c) originários de dois óvulos, cada um fecundado por um espermatozóide
d) originários de um óvulo que foi fecundado por dois espermatozóides

4. (UNICAMP) As figuras A e B representam o útero de duas mulheres grávidas de gêmeos.

A                                     B

a) Diferencie os tipos de gêmeos representados nas figuras da esquerda com a da direita. Explique como esses gêmeos são originados.
b) Que sexo os fetos podem apresentar em cada um dos úteros?

5. Explique como ocorre a fecundação.


6. As células sexuais passam pelo processo de divisão chamado de  ____________. E formam ___ cromossomos. Marque a opção que completa corretamente
a) mitose, 46
b) mitose, 23
c) meiose, 46
d) meiose, 23

7. Sempre que uma célula vai se dividir, antes ela tem de duplicar seus DNA. Isso acontece durante uma fase de vida chamada:
a) interfase
b) prófase
c)metafase
d) mitose

8. Responda:

a) célula reprodutora masculina

b)  termo usado para designar células reprodutoras

c) órgãos masculinos formadores de células reprodutoras

d) órgãos femininos formadfores de células reprodutoras

 
 

Avaliação

Escola de Ensino Médio Francisco Holanda Montenegro
Avaliação Global de Biologia 2° Ano "B"

1. O aparelho floral de proteção, constituído por peças geralmente coloridas, denomina-se:
a) cálice
b) androceu
c) corola
d) gineceu

2. Uma flor completa é constituída de :
a) pendúnculo, receptáculo, cálice, e corola.
b) pendúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.
c) pendúnculo, receptáculo, cálice, corola e androceu.
d) receptáculo, cálice, corola e androceu.

3. Os frutos podem ser classificados basicamente em dois tipos: carnosos e secos. Qual alternativa apresenta apenas frutos carnosos?
a) laranja, melancia, soja.
b) uva, pêssego, tomate.
c) caju, milho, feijão.
d) mamão, ervilha, abacate.

4. Pseudofrutos, são estruturas carnosas que se desenvolvem a partir de outra parte da flor. Marque a opção que contém exemplos de pseudofrutos.
a) maça, pêra, caju
b) maça, uva, mamão
c) maça, laranja, caju
d) maça, pêra, uva

5. Sobre as características gerais das dicotiledôneas é correto afirmar que:
a) a folha é do tipo reticulada, a raiz é pivotante e a flor é dímera.
b) a folha é do tipo reticulada, a raiz é fasciculada e a flor é trímera.
c) a folha é do tipo paralelinérvia, a raiz é fasciculada e a flor é trímera.
d) a folha é do tipo paralelinérvia, a raiz é pivotante e a flor é dímera.

6. As minhocas são animais da classe Oligoqueta, ordem Haplotaxida, distribuídas pelos solos úmidos de todo o mundo, algumas de apenas centímetros e outras com um a dois metros de comprimento. A qual filo pertence a minhoca?
a) filo platelmintos
b) filo mollusca
c) filo annelida
d) filo artropoda

7. O tubarão, do filo Chordata, faz parte do grupo Eucordados pois:
a) apresenta coluna vertebral mas não apresenta caixa craniana.
b) apresenta caixa craniana mas não apresenta coluna vertebral.
c) não apresenta coluna vertebral nem caixa craniana.
d) apresenta coluna vertebral e caixa craniana.

8. Aranhas, caranguejos e baratas são exemplos de animais que fazem parte do filo dos:
a) platelmintos
b) artrópodes
c) annelida
d) mollusca
9. São exemplos de animais que fazem parte do filo dos platelmintos:
a) tênia, esponjas
b) tênia, esquistossomos
c) moscas, lacraias
d) moscas, siris

10. Os polvos são _______________ da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca.Qual alternativa completa corretamente?
a) artrópodes
b) moluscos
c) esponjas
d) anelídeos

Boa Prova!!
Hérica Nadia

Criacionismo Clássico

Criacionismo: Teoria que explica a origem dos seres vivos por criação. Ela é contrária a chamada evolução espontânea (evolucionismo).

Criação: é o nome que se dá à formação do universo e dos seres vivos. A necessidade de buscar explicações para sua própria origem levou ao surgimento de teorias que deram origem a algumas religiões.

Num segundo momento, de racionalização do pensamento criacionista, formularam-se conceitos e propostas de sentido mais filosófico do que religioso. Nesse plano, as respostas podem reduzir-se a três possibilidades: a auto-suficiência da matéria eterna, a emanação a partir da substância divina, e a criação.

O Gênesis: O primeiro livro do Antigo Testamento, descreve a origem do mundo e do homem com linguagem e imagens semelhantes às dos relatos mesopotâmicos. O primeiro capítulo diz: "No princípio, Deus criou o céu e a terra. Ora, a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, um vento de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: 'Haja luz' e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e Deus separou a luz e as trevas. Deus chamou à luz 'dia' e às trevas 'noite'. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. (...) Deus disse: 'Fervilhem as águas um fervilhar de seres vivos e que as aves voem acima da terra, diante do firmamento do céu' e assim se fez. (...) Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou."

Os mitos: são soluções imaginativas que alguns povos elaboram para justificar sua existência, sua história e os fenômenos da natureza. Algumas explicações, no entanto, encontram ressonância em homens das mais diversas culturas.

No Brasil, a cosmogonia dos índios se reporta a um criador do céu, da Terra e dos animais (o Monã dos tupinambás) e a um criador do mar, Amã Atupane, talvez Tupã, entidade mítica que os jesuítas consideraram a expressão mais adequada da idéia de Deus surgida nos domínios da catequese.

Os estudiosos do século XIX pensavam que o tema da criação por um ser supremo era inerente a um estágio cultural avançado. Pesquisas posteriores, no entanto, observaram essa crença entre povos primitivos da África, ilhas do norte do Japão, América, Austrália central e em muitas outras partes do mundo.

A natureza desse ser supremo, que freqüentemente é acompanhado de algum outro, hierarquicamente inferior, difere de cultura para cultura. A criação se realiza mediante seu pensamento, sua palavra - como na Bíblia e no Popol Vuh - e, às vezes, com certo sentido de emanação. Todos esses relatos, porém, possuem algumas características comuns.

Pensamento filosófico e religioso

O judaísmo enfatiza em seu dogma a afirmação de que Deus criou o mundo, o que constitui um princípio de fé e uma base ética da religião judaica. Fílon defendia a idéia bíblica da criação a partir do nada, enquanto os rabinos do Talmude defendiam idéias gnósticas sobre a criação.

Os reformadores protestantes, desde os primórdios da Reforma, procuraram chamar a atenção não para a criação, mas para um Criador, cujo ser não se identifica com nenhuma das coisas criadas e se acha acima do mundo, independente dele. Não se trata, portanto, de saber se Deus criou do nada, mas de afirmar pela fé a existência do Criador.

Um dos grandes problemas suscitados pelo conceito de criação é o da existência do mal num mundo criado por Deus. Os mitos já se propunham a questão e, para explicá-la, lançavam mão do dualismo e do antagonismo. O pensamento cristão entende o mal como privação do bem, como limitação do ser finito.

Os filósofos e os teólogos ficaram com a responsabilidade de tentar explicar outras questões, tais como a liberdade de Deus no ato da criação, sua contínua ação preservadora, que, entretanto, não invalida a ação humana, e o objetivo de Deus ao criar. Pode-se dizer, portanto, que o conceito de criação, como uma das possíveis explicações da origem do mundo, constitui um ponto central de referência na história do pensamento.

Evolucionismo e teoria da evolução


A teoria da evolução, também chamada evolucionismo, afirma que as espécies animais e vegetais, existentes na Terra, não são imutáveis.

Alguns pesquisadores afirmam que as espécies sofrem, ao longo das gerações, uma modificação gradual que inclui a formação de novas raças e de novas espécies. Depois da sua divulgação, tal teoria se transformou em fonte de controvérsia, não somente no campo científico, como também na área ideológica e religiosa em todo o mundo.

Até o século XVIII, o mundo ocidental aceitava com muita naturalidade a doutrina do criacionismo. De acordo com essa doutrina, cada espécie animal ou vegetal teria sido criado independentemente por ato divino.

O pesquisador francês Jean-Baptiste Lamarck foi um dos primeiros a negar esse postulado e a propor um mecanismo pelo qual a evolução se teria verificado. A partir da observação de que fatores ambientais podem modificar certas características dos indivíduos, Lamarck imaginou que tais modificações se transmitissem à prole: os filhos das pessoas que normalmente tomam muito sol já nasceriam mais morenos do que os filhos dos que não tomam sol.

A necessidade de respirar na atmosfera teria feito aparecer pulmões nos peixes que começaram a passar pequenos períodos fora d'água, o que teria permitido a seus descendentes viver em terra mais tempo, fortalecendo os pulmões pelo exercício; as brânquias, cada vez menos utilizadas pelos peixes pulmonados, terminaram por desaparecer.

Assim, o mecanismo de formação de uma nova espécie seria, em linhas gerais, o seguinte: alguns indivíduos de uma espécie ancestral passavam a viver num ambiente diferente; o novo ambiente criava necessidades que antes não existiam, as quais o organismo satisfazia desenvolvendo novas características hereditárias; os portadores dessas características passavam a formar uma nova espécie, diferente da primeira.

A doutrina de Lamarck foi publicada em Philosophie zoologique (1809; Filosofia zoológica), e teve, como principal mérito, suscitar debates e pesquisas num campo que, até então, era domínio exclusivo da filosofia e da religião. Estudos posteriores demonstraram que, apenas o primeiro postulado do lamarckismo, estava correto; de fato, o ambiente provoca no indivíduo modificações adaptativas; mas os caracteres assim adquiridos não se transmitem à prole.

Em 1859, Charles Darwin publicou The Origin of Species (A origem das espécies), livro de grande impacto no meio científico que pôs em evidência o papel da seleção natural no mecanismo da evolução. Darwin partiu da observação segundo a qual, dentro de uma espécie, os indivíduos diferem uns dos outros. Há, portanto, na luta pela existência, uma competição entre indivíduos de capacidades diversas. Os mais bem adaptados são os que deixam maior número de descendentes.

O darwinismo estava fundamentalmente correto, mas teve de ser complementado e, em alguns aspectos, corrigido pelos evolucionistas do século XX para que se transformasse na sólida doutrina evolucionista de hoje. As idéias de Darwin e seus contemporâneos sobre a origem das diferenças individuais eram confusas ou erradas. Predominava o conceito lamarckista de que o ambiente faz surgir nos indivíduos novos caracteres adaptativos, que se tornam hereditários.

Um dos primeiros a abordar experimentalmente a questão foi o biólogo alemão August Weismann, ainda no século XIX. Tendo cortado, por várias gerações, os rabos de camundongos que usava como reprodutores, mostrou que nem por isso os descendentes passavam a nascer com rabos menores. Weismann estabeleceu também a distinção fundamental entre células germinais e células somáticas.

Origem das raças: As mutações, as recombinações gênicas, a seleção natural, as diferenças de ambiente, os movimentos migratórios e o isolamento, tanto geográfico como reprodutivo, concorrem para alterar a freqüência dos genes nas populações de animais e são, assim, os principais fatores da evolução.

Duas raças geograficamente isoladas evoluem independentemente e se diversificam cada vez mais, até que as diferenças nos órgãos reprodutores, ou nos instintos sexuais, ou no número de cromossomos, sejam grandes a ponto de tornar o cruzamento entre elas impossível ou, quando possível, produtor de prole estéril. Com isso, as duas raças transformam-se em espécies distintas, isto é, populações incapazes de trocar genes. Daí por diante, mesmo que as barreiras venham a desaparecer e as espécies passem a compartilhar o mesmo território, não haverá entre elas cruzamentos viáveis. As duas espécies formarão, para sempre, unidades biológicas estanques, de destinos evolutivos diferentes.

Se, entretanto, o isolamento geográfico entre duas raças é precário e desaparece depois de algum tempo, o cruzamento entre elas tende a obliterar a diferenciação racial e elas se fundem numa mesma espécie, monotípica, porém muito variável. É o que está acontecendo com a espécie humana, cujas raças se diferenciaram enquanto as barreiras naturais eram muito difíceis de vencer e quase chegaram ao ponto de formar espécies distintas; mas os meios de transporte, introduzidos pela civilização, aperfeiçoaram-se antes que se estabelecessem mecanismos de isolamento reprodutivo que tornassem o processo irreversível. Os cruzamentos inter-raciais tornaram-se freqüentes e a humanidade está-se amalgamando numa espécie cada vez mais homogênea, mas com grandes variações.

Populações que se intercruzam amplamente apresentam pequenas diferenças genéticas, mas as populações isoladas por longo tempo desenvolvem diferenças consideráveis. Em teoria, raças são populações de uma mesma espécie que diferem quanto à freqüência de genes, mesmo que essas diferenças sejam pequenas. A divisão da humanidade em determinado número de raças é arbitrária; o importante é reconhecer que a espécie humana, como as demais, está dividida em alguns grupos raciais maiores que, por sua vez, se subdividem em raças menos distintas, e a subdivisão continua até se chegar a populações que quase não apresentam diferenças.

As subespécies representam o último estádio evolutivo na diferenciação das raças, antes do estabelecimento dos mecanismos de isolamento reprodutivo. São, portanto, distinguíveis por apresentarem certas características em freqüência bem diferentes. Não se cruzam, por estarem separadas, mas são capazes de produzir híbridos férteis, se colocadas juntas.

Por esse critério, que é o aceito pela biologia moderna, os nativos da África e da selva amazônica, por exemplo, são raças que atingiram plenamente o nível de subespécies. O mesmo pode-se dizer dos italianos e os esquimós etc., mas não há grupos humanos que se tenham diferenciado em espécies distintas, pois espécies são grupos biológicos que não se intercruzam habitualmente na natureza, mesmo quando os indivíduos habitam o mesmo território.

 
 

Fecundação

Fecundação é o nome dado ao evento no qual ocorre a união entre o gameta masculino e o feminino: espermatozoide e ovócito secundário, respectivamente. Ele ocorre geralmente na tuba uterina, e em até trinta e seis horas após a ovulação.

Ovulação é o fenômeno no qual o sistema genital feminino libera o ovócito, anteriormente abrigado em uma estrutura localizada no ovário chamada folículo. Tal evento ocorre graças à ação de hormônios específicos, os estrogênios.

Durante o ato sexual, na ejaculação, o homem libera, juntamente com o esperma, cerca de 350 milhões de espermatozoides. Esses, cuja formação se inicia somente na puberdade, se direcionam da vagina para o útero, e dele para as trompas, buscando atingir o gameta feminino, que exerce forte atração química sobre eles. Durante o percurso, muitos ficam para trás; e somente um, ou um número um pouco maior que esse, consegue atingir o ovócito.

Cerca de nove dias após a ovulação já há como detectar se a mulher está grávida ou não, já que, em caso positivo, a fecundação propicia a produção de gonadotrofina coriônica humana (HCG). Esta glicoproteína é liberada pelo corpo-lúteo, estrutura formada a partir do folículo ovariano, após a liberação do ovócito. Ela impede que o corpo feminino tenha novas menstruações e ovulações.

    

Gêmeos

A gravidez de gêmeos é mais cansativa e exige mais do organismo da mulher. A pressão sobre os músculos, ossos e articulações é maior, e você precisará de um descanso extra.

Os gêmeos normalmente nascem dois ou três meses antes e são menores do que um único bebê.Os gêmeos também se formam de duas maneiras: gêmeos idênticos e gêmeos fraternos.

Gêmeos idênticos

Os gêmeos idênticos são univitelinos. Neste caso só um óvulo é produzido e fecundado,formando um zigoto, mais o zigoto sofre varias divisões celulares, assim se divide em duas ou mais partes, cada uma origina um embrião completo. Quase sempre compartilham a mesma placenta. E são mais raros que os gêmeos fraternos.
Os gêmeos idênticos se assemelham muito entre si, são sempre do mesmo sexo e parecem reflexos um do outro.

Gêmeos Fraternos

Os gêmeos fraternos são bivitelinos. Metade dos gêmeos fraternos são pares formados por meninos e meninas. Eles se originam de dois zigotos diferentes. È quando dois ou mais óvulos maduros são produzidos ao mesmo tempo por um ou pelos dois ovários. Nesse caso, o esperma pode fundir-se com mais de um óvulo, originam se dois embriões, cada qual com sua placenta.
Alem de que sua aparência física e sexo são diferentes, pois são gerados de óvulo e espermatozóide diferente.

 
 

Divisão Celular

Definição de Divisão Celular

A divisão celular é um processo pelo qual as célula(unidades básicas da vida)se reproduzem e não só, originando duas ou mais células filhas semelhantes à célula materna ou progenitora. A capacidade de divisão celular é variado em relação ao tipo de célula e a sua função.

Todos os organismos uni. ou pluricelular têm a capacidade de se reproduzirem para a manutenção da espécie, logo tudo isso tem um começo, que é a divisão celular que é a perpetuação da vida.

Nos seres eucariontes a divisão celular divide-se em duas etapas distintas:

- mitose que é o processo universal de divisão.
- citocinese que é divisão do citoplasma em células filhas.
- interfase que é um período de intensa actividade e síntese de crescimento.

Função da Divisão Celular

A divisão celular tem como função(através da sua capacidade metabólica)

a manutenção da vida enquanto conseguir(uma célula dá origem a uma outra célula). Através desta divisão as células-filhas terão pelo menos metade ou mesma quantidade de material genético da mãe onde há uma hereditariedade através da reprodução ou divisão celular normal ou tem como função e com fidelidade passar o programa genético de uma geração celular para a geração seguinte(a cromatina da célula mãe, é replicada ou separada recebendo as células filhas uma quantidade do DNA da mãe).

Tem como função também a reconstituirão celular, crescimento e desenvolvimento dum pluricelular por exemplo através dum zigoto unicelular.

A divisão pode ter diferentes velocidade nos diferentes tecidos celulares com diferentes funções.

Tipos de Divisão Celular

Na natureza encontramos dois tipos de divisão celulares similares:

A mitose que as células filhas terão a mesma quantidade de cromossomas replicadas em dois possuindo um numero diploide(2n)que são células somáticas, e a meiose que dividem-se a quantidade de cromossomas pelas células filhas que possuem um numero haploide de cromossomas(n).

Utilizam ambas a citosinese que é a separação parcial em dois o citoplasma da célula-mãe e que está sempre acompanhada com a divisão celular. Na célula animal esta divisão origina duas células filhas separadas ou individualizadas entre si.

Podemos encontrar também a amitose(divisão directa)ou cissiparidade caso pouco frequente na natureza vê-se na divisão do macromucleo da paramécia.

Introdução

Eventualmente as células necessitam se duplicar para dar origem a novas células. Esta divisão celular ocorre de duas formas: através da mitose e da meiose. Neste texto abordaremos a mitose.

De forma prática, podemos entender que na mitose a célula se duplica para dar origem a duas novas células. Estas são conhecidas como células filhas (formadas a partir da divisão celular) e são idênticas uma da outra, uma vez que foram formadas a partir de uma única célula.

As fases da Mitose 

Agora que sabemos disso, veremos as cinco fases que a célula atravessa em seu ciclo de vida até completar sua divisão. São elas: prófase, metáfase, anáfase, telófase e interfase. 

Prófase

Nesta fase, as células começam a se preparar para a divisão. É neste momento que ocorrerá a duplicação do DNA e centríolos. Com o DNA condensado e os centríolos em movimento, inicia-se o processo da divisão mitótica.

Metáfase

Aqui começa o alinhamento entre os pares formados na fase anterior. Nesta etapa, o DNA alinha-se no eixo central enquanto os centríolos iniciam sua conexão com ele. Dois fios do cromossomo se ligam na parte central do centrômero.

Anáfase

A divisão começa com os cromossomos migrando para lados opostos da célula, metade vai para um lado e a outra metade vai para o outro. 

Telófase

Esta é a última fase da mitose. Nesta etapa a membrana celular se divide em duas partes, formando, assim, duas novas células. Cada uma delas ficará com metade do DNA original.

Interfase

Este é o estado “normal” da célula, ou seja, aqui ela não se encontra em divisão. Nesta fase, ela  mantém o equilíbrio de todas as suas funções através da absorção dos nutrientes necessários à sua manutenção. Ela permanecerá neste estágio até estar preparada para uma nova divisão, que ocorrerá a partir da duplicação dos ácidos nucléicos. A partir de então, o ciclo se reinicia.

 
 

Angiospermas

Os dois grandes grupos de angiospermas

 

As angiospermas foram subdivididas em duas classes: as monocotiledôneas e as dicotiledôneas.

São exemplos de angiospermas monocotiledôneas: capim, cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo, aveias, cevada, bambu, centeio, lírio, alho, cebola, banana, bromélias e orquídeas.

São exemplos de angiospermas dicotiledôneas: feijão, amendoim, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico, pau-brasil, ipê, peroba, mogno, cerejeira, abacateiro, acerola, roseira, morango, pereira, macieira, algodoeiro, café, jenipapo, girassol e margarida.

 

Monocotiledôneas e dicotiledôneas: algumas diferenças

Entre as angiospermas, verificam-se dois tipos básicos de raízes: fasciculadas e pivotantes.

 

Raízes fasciculadas - Também chamadas raízes em cabeleira, elas formam numa planta um conjunto de raízes finas que têm origem num único ponto. Não se percebe nesse conjunto de raízes uma raiz nitidamente mais desenvolvida que as demais: todas elas têm mais ou menos o mesmo grau de desenvolvimento. As raízes fasciculadas ocorrem nas monocotiledôneas.

 

Raízes pivotantes - Também chamadas raízes axiais, elas formam na planta uma raiz principal, geralmente maior que as demais e que penetra verticalmente no solo; da raiz principal partem raízes laterais, que também se ramificam. As raízes pivotantes ocorrem nas dicotiledôneas.

 

Raiz fasciculada e pivotante, respectivamente.

Em geral, nas angiospermas verificam-se dois tipos básicos de folhas: paralelinérvea e reticulada.

 

Folhas paralelinérveas - São comuns nas angiospermas monocotiledôneas. As nervuras se apresentam mais ou menos paralelas entre si.

Folhas reticuladas - Costumam ocorrer nas angiospermas dicotiledôneas. As nervuras se ramificam, formando uma espécie de rede.

Existem outras diferenças entre monocotiledôneas e dicotiledôneas, mas vamos destacar apenas a responsável pela denominação dos dois grupos.

O embrião da semente de angiosperma contém uma estrutura chamada cotilédone. O cotilédone é uma folha modificada, associada a nutrição das células embrionárias que poderão gerar uma nova planta.

 

 

  • Sementes de monocotiledôneas. Nesse tipo de semente, como a do milho, existe um único cotilédone; daí o nome desse grupo de plantas ser monocotiledôneas (do grego mónos: 'um', 'único'). As substâncias que nutrem o embrião ficam armazenadas numa região denominada endosperma. O cotilédone transfere nutrientes para as células embrionárias em desenvolvimento.
  • Sementes de dicotiledôneas. Nesse tipo de semente, como o feijão, existem dois cotilédones - o que justifica o nome do grupo, dicotiledôneas (do grego dís: 'dois'). O endosperma geralmente não se desenvolve nas sementes de dicotiledôneas; os dois cotilédones, então armazenam as substâncias necessárias para o desenvolvimento do embrião.

 
 

Angiospermas

Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.

A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.

Flores e frutos: aquisições evolutivas

As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos.

As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.

Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.

 

As partes da flor

Os órgãos de suporte – órgãos que sustentam a flor, tais como:

  • pedúnculo – liga a flor ao resto do ramo.
  • receptáculo – dilatação na zona terminal do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais.

Órgãos de proteção

Órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo-as e ajudando a atrair animais polinizadores. O conjunto dos órgãos de proteção designa-se perianto. Uma flor sem perianto diz-se nua.

  • cálice – conjunto de sépalas, as peças florais mais parecidas com folhas, pois geralmente são verdes. A sua função é proteger a flor quando em botão. A flor sem sépalas diz-se assépala. Se todo o perianto apresentar o mesmo aspecto (tépalas), e for semelhante a sépalas diz-se sepalóide. Neste caso diz-se que o perianto é indiferenciado.

corola – conjunto de pétalas, peças florais geralmente coloridas e perfumadas, com glândulas produtoras de néctar na sua base, para atrair animais. A flor sem pétalas diz-se apétala. Se todo o perianto for igual (tépalas), e for semelhante a pétalas diz-se petalóide. Também neste caso, o perianto se designa indiferenciado.

Órgãos de reprodução

folhas férteis modificadas, localizadas mais ao centro da flor e designadas esporófilos. As folhas férteis masculinas formam o anel mais externo e as folhas férteis femininas o interno.

  • androceu – parte masculina da flor, é o conjunto dos estames. Os estames são folhas modificadas, ou esporófilos, pois sustentam esporângios. São constituídas por um filete (corresponde ao pecíolo da folha) e pela antera (corresponde ao limbo da folha);
  • gineceu – parte feminina da flor, é o conjunto de carpelos. Cada carpelo, ou esporófilo feminino, é constituído por uma zona alargada oca inferior designada ovário, local que contém óvulos. Após a fecundação, as paredes do ovário formam o fruto. O carpelo prolonga-se por uma zona estreita, o estilete, e termina numa zona alargada que recebe os grãos de pólen, designada estigma. Geralmente o estigma é mais alto que as anteras, de modo a dificultar a autopolinização.

 

Os frutos contêm e protegem as sementes e auxiliam na dispersão na natureza. Muitas vezes eles são coloridos, suculentos e atraem animais diversos, que os utiliza como alimento. As sementes engolidas pelos animais costumam atravessar o tubo digestivo intactas e são eliminadas no ambiente com as fezes, em geral em locais distantes da planta-mãe, pelo vento, por exemplo. Isso favorece a espécie na conquista de novos territórios.

    

 

 
 

Gimnospermas

As gimnospermas (do grego Gymnos: 'nu'; e sperma: 'semente') são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros, as sequóias e os ciprestes.

As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas.

Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos.

Reprodução das gimnospermas

Vamos usar o pinheiro-do-paraná (Araucária angustifólia) como modelo para explicar a reprodução das gimnospermas. Nessa planta os sexos são separados: a que possui estróbilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos de estróbilos podem ocorrer numa mesma planta.

 

O estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados grãos de pólen. O estróbilo feminino produz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge um grande esporo.

Quando um estróbilo masculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e podem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie de tubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresce até alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático.

No interior do óvulo, o grande esporo que ele abriga se desenvolve e forma uma estrutura que guarda a oosfera, o gameta feminino. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermático fecunda a oosfera, formando o zigoto.

Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medida que o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião.

Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa a ser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germinar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta.

A semente pode ser entendida como uma espécie de "fortaleza biológica", que abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. Além disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvolvimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimento pela fotossíntese.

 

 

 

 
 

Avaliação

AVALIAÇÃO DE BIOLOGIA

01. (FUVEST) Num filme de ficção científica havia musgos gigantes, do tamanho de coqueiros. Qual sistema, ausente nos musgos reais, deveria estar presente nos gigantes para que eles atingissem esse tamanho? Por quê?

02. (U.F.Lavras -MG) Responda:

a) No que se assemelham briófitas e pteridófitas quanto ao habitat e transporte de gametas?
b) No que diferem quanto ao transporte de água e sais minerais?


3. Em que se baseia a classificação das algas em verdes, vermelhas e pardas?


04. Durante o processo de evolução das plantas, algumas características foram selecionadas para a adaptação ao ambiente terrestre. Dentre elas podemos citar:

 
 
 

    São características que ocorrem nas briófitas e pteridófitas respectivamente:

 


5. (VUNESP) A uma pessoa que comprasse um vaso de samambaia numa floricultura e pretendesse devolvê-lo por ter verificado a presença de pequenas estruturas escuras, dispostas regularmente na face inferior das folhas, você diria que:
a) A planta, com certeza, estava sendo parasitada por um fungo.
b) A planta necessitava de adubação, por mostrar sinais de deficiências nutricionais.
c) A planta tinha sido atacada por insetos.
d) As pequenas estruturas eram esporângios reunidos em soros, os quais aparecem normalmente durante o ciclo da planta.
e) A planta se encontrava com deficiências de umidade, mostrando manchas necróticas nas folhas.


6. A conquista definitiva da terra pelas plantas só foi possível quando estas adquiriram verdadeiros tecidos condutores. Do ponto de vista geocronológico, as primeiras plantas com esses tecidos foram as:
a) briófitas.
b) pteridófitas.
c) algas.
d) gimnospermas.
e) angiospermas.


7. O Reino Plantae é constituído por diferentes grupos de plantas, nos quais se encontram as Briófitas (filo/divisão Bryophyta) e as Pteridófita (filo/divisão Pterophyta). A respeito dessas plantas, assinale a alternativa incorreta.
a) Na reprodução das Briófitas e Pteridófitas a meiose ocorre para formação de esporos.
b) Briófitas e Pteridófitas possuem um sistema eficiente de vasos condutores de seiva.
c) Briófitas e Pteridófitas dependem da água para a reprodução, pois seus gametas são flagelados.
d) Briófitas e Pteridófitas apresentam alternância de gerações, sendo as gerações duradouras as gametofídicas e esporofídicas, respectivamente.
e) Pteridófitas possuem raízes, caule e folhas verdadeiras, enquanto as Briófitas possuem rizóides, caulóides e filóides.


8. Como ocorre o ciclo das Briófitas?

Boa Prova!!


















 
 

Genética

INTERAÇÃO GÊNICA

1. O que é interação gênica?

Na situação chamada interação gênica, dois ou mais pares de genes alelos diferentes se associam na determinação de uma única característica. Podemos considerar a interação gênica como o inverso da pleiotropia.

 

2. Genes complementares

São aqueles que, quando isolados em um indivíduo, determinam o aparecimento de uma característica diferente daquela que aparece quando estão juntos. O exemplo mais conhecido é a determinação do formato da crista das galinhas, herança condicionada por dois pares de genes alelos Rr e Ee.

 

O gene dominante R, quando isolado, determina o aparecimento de "crista rosa". O gene E condiciona "crista ervilha". Nas aves que possuem ambos os genes dominantes, a crista é "noz". Os duplos homozigotos recessivos possuem cristas "simples".

 

 

O cruzamento de uma ave de crista "noz", dupla homozigota, com uma ave de crista simples origina apenas descendentes de crista "noz". Se essas aves heterozigotas para ambos os pares forem cruzadas, será obtida a seguinte descendência:

 

3. Epistasia

Chama-se epistasia o padrão de herança na qual um gene impede a manifestação de um outro que não é seu alelo. O gene inibidor é chamado epistático, e o que é inibido se chama hipostático. Um exemplo se relaciona com a determinação do padrão das penas de galinhas. Em um par de genes, o gene dominante C condiciona plumagem colorida, e o alelo recessivo condiciona plumagem branca. Há um outro par de genes alelos cujo dominante I impede a produção de pigmentos e as penas nascem brancas. O gene recessivo i não tem esse efeito.

O gene C é dominante em relação ao seu alelo c, mas é mascarado pela presença do gene inibidor I. O gene I é epistático sobre C, que é hipostático.

Uma ave de genótipo CC II é branca. Embora tenha o par CC, a presença do gene inibidor I não permite que os pigmentos das penas sejam produzidos, e a ave é branca. Uma outra ave, essa de genótipo
cc ii, também é branca. Ela não possui o gene inibidor, mas o par de genes recessivos cc não determina a produção de pigmentos.

 

 

 (F2) proporções genotípicas proporções fenotípicas
 9 C_ I_ 9 brancas
 3 C_ ii 3 coloridas
 3 cc I_ 3 brancas
 1 cc ii 1 branca

 

4. A herança quantitativa ou poligênica

Nesse padrão de herança, o fenótipo é condicionado por dois ou mais pares de genes alelos, nos quais um deles é chamado gene aditivo, e o outro é o gene indiferente ou não-aditivo. Cada gene aditivo presente em um indivíduo determina o aumento na intensidade da expressão do fenótipo, não importando de qual par é esse gene aditivo. Os genes não-aditivos não acrescentam nada na expressão do fenótipo.

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